setembro

1 a 5 Set Luzlunar — residência de artes performativas (Feital)
5 Set (21h30) Luzlunar — Apresentação do espectáculo final (Feital)

Luzlunar

cartaz_luzlunar_2009
Oficina anual, a decorrer em regime de residência, no Feital, pelo período de 5 dias, dirigida a pessoas ligadas às artes performativas, com um número máximo de 10 participantes e com uma apresentação pública final em forma de espectáculo
O projecto Luzlunar pretende ser uma oficina de experimentação e transgressão de conceitos e metodologias na criação performativa, explorar formas de criação de neo-identidades: individuais, locais, materiais, situacionais, culturais, textuais, antropológicas, imagéticas, religiosas, arquitectónicas e paisagísticas, através das artes performativas.
Ao longo da oficina, os participantes serão convidados a criar discursos performativos que, ao 5º dia, serão apresentados ao público sob a forma de espectáculo, sempre no início duma noite de lua cheia.
A primeira residência vai ser orientada pelos actores Dora Bernardo e Nuno Veiga.
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12 Set Luzlinar apresenta...—no Atelier “Temos Tempo” (Feital)
10 a 27 Set Exposição de Doris Cordes-Vollert — Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (parceria com TMG)

Luzlinar apresenta...

Luzlinar apresenta...Trimestralmente,a Luzlinar apresentará um artista, convidando-o a sugerir um tema, orientar uma oficina, e mostrar alguns dos seus trabalhos, promovendo a realização de uma pequena exposição num espaço público local ou regional.
A primeira convidada é a artista plástica alemã Doris Cordes-Vollert. O tema escolhido foi “de uma impressão – para uma expressão”, a oficina realiza-se no dia 12 de Setembro no atelier “Temos Tempo” (Feital) e a exposição dos seus trabalhos será na PAREDE do café concerto do (TMG) Teatro Municipal da Guarda entre os dias 10 e 27 de Setembro.
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18 Set a 15 de Nov. O pesado e o leve — Museu dos Lanifícios da Covilhã (em parceria com Casa de Santa Isabel)
18 Set (16h00) Inauguração da exposição

O pesado e o leve

“O pesado e o leve”
Expor no Museu dos Lanifícios foi, desde a primeira hora, um desafio inesperado.
Propus então à Hendrien Silva e à Marianne Audrey que desenvolvem trabalho na Casa de Santa Isabel, em S. Romão, fazer uma exposição conjunta .
E com a participação de muitos companheiros nasceram quatro tapetes alusivos às estações do ano e uma grande bola de feltro, feita de lã natural.
Agora, a par destes trabalhos mostro alguns desenhos e esculturas em madeira ligadas ao universo da fiação.
Agradeço o convite feito pela directora do Museu dos Lanifícios, Dra. Elisa Pinheiro e agradeço também à Hendrien e à Marianne pela colaboração.
Maria Lino
O pesado e o leve

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